Sob sol da toscana

Sob sol da Toscana é aquele filme mais antigo, mas que fica como uma lembrança gostosa na mente.

Geralmente, quando eu penso em um filme para indicar para vocês, eu recapitulo os últimos filmes que eu assisti e penso quais seriam legais de serem indicados. Dessa vez, eu fiz um caminho um pouco diferente. Queria indicar um filme que não fosse pesado ou “cabeça”, mas que tivesse uma mulher forte e com uma mensagem legal. E que não fosse “Comer, rezar e amar”, porque acho muito clichê de indicação.

Só tem um problema…

Foi aí que eu lembrei desse filme e, vasculhando, vi que está disponível no Telecine Play.

Desculpa, sei que não é um streaming tão popular, mas sei que as vezes passa na televisão também. E, se você não tiver acesso ao Telecine Play, guarda em uma listinha aí. Vai que um dia o Netflix compra os direitos, né?

Mas, voltando ao tema principal….

Sobre o que é Sob sol da Toscana

O filme é sobre uma escritora que descobre a traição do marido, ficando bem mal com o divórcio. Em uma tentativa de sua amiga mostrar apoio, ela ganha uma viagem para a Itália. Nessa viagem, ela decide comprar uma casa na Toscana. O enredo da história se desenrola a partir disso.

A casa que ela comprou precisa passar por uma reforma séria. Além disso, ela enfrenta dificuldades por não conhecer a língua do país e por ter que fazer novas amizades.

O que eu achei do filme

Sob sol da Toscana é aquele filme gostosinho de ver. Ótimo para tempos de quarentena em que só queremos nos distrair, sem queimar a cuca.

O que eu gosto desse filme é que ele mostra como é importante a gente se questionar sobre a vida que queremos viver e comparar com a vida que estamos vivendo no momento. Antes dela se mudar para a Itália, fica muito nítido o questionamento que ela faz sobre: se eu continuar vivendo a vida do jeito que estou vivendo agora, vou ter um futuro do jeito que eu quero?

Talvez, por conta da prévia da história que eu dei acima, fique um pouco óbvio que a resposta para a pergunta foi “não”. E, a partir disso, ela assume uma postura mais ativa em relação a sua vida, de tentar mudar as coisas, de se arriscar.

Talvez seja um pouco drástico…

É claro que o filme é um pouco drástico em relação à proposta de como ela “toma as rédeas” da sua vida. Acho que muitas vezes a gente olha para a nossa vida e não se identifica muito com a forma como estamos vivendo-a. E não quer dizer que quando isso acontece a solução é comprar uma casa na Itália. Mas, o que eu acho legal, é esse convite da gente se questionar e tomar atitudes em relação a isso.

Ao se expor em relação ao novo. E, volto a falar, não precisa ser algo drástico como mudar de casa ou de país. Mas, as vezes, pode ser tentar uma nova rotina, um novo curso, uma nova amizade…

Acaba sendo sobre se expor a novos estímulos, sejam eles pequenos ou grandes. Há formas mais brandas da gente dar essa atualizada e oxigenada nas nossas vidas.

Outra parte que eu acho muito legal do filme é a amizade que mostra entre duas mulheres. E como elas são a rede de apoio uma da outra e como isso pode ser potente.

E mais um detalhe…

Além disso, a melhor amiga da protagonista é a Cristina Yang, digo, Sandra Oh (hahahahaha). Eu sou apaixonada por ela!

Por acaso você já viu esse vídeo? Ficou com vontade de ver? Me conta!

[Vale a pena ver] Sob sol da Toscana

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