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É porque ficou curiosa para saber um pouco mais sobre mim, sobre a minha história, certo?

Então vamos lá!

Como eu disse na página “Sobre mim”, hoje, eu me apresento como psicóloga clínica e coach. Mas, nem sempre foi assim.

Começando pelo início…

Eu entrei na faculdade de Psicologia com a certeza que trabalharia na área de Gestão de Pessoas. Engraçado como as coisas podem mudar, né?

Com isso, eu trabalhei em empresas como TOTVS, L’Óreal e DNV GL. Meus amigos me viam como uma pessoa bem sucedida, que conseguia os estágios e empregos mais disputados. Mas, eu não tinha essa imagem de mim mesma. Sentia que ainda não era aquilo que eu gostava de fazer.

Tentei mudar um pouco de área e trabalhar com Gestão da Mudança. Queria ver se eu me encontrava ou se o trabalho se tornava um pouco menos tedioso. Mas, mesmo assim, eu me sentia insatisfeita e infeliz com a minha vida profissional. Parecia que eu estava percorrendo uma estrada que não era minha. Eu era aquele tipo de pessoa que ficava deprimida com a música do Fantástico, sabe? E que tinha vontade de ir chorando trabalhar. Quando chegava no trabalho, ficava cronometrando as horas para ir embora. Não desejo isso para ninguém!

Para melhorar a situação, eu sempre trabalhei longe de casa. Então ainda enfrentava 4 horas de trânsito por dia para fazer o trajeto casa – trabalho e vice versa. Não sobrava energia para eu me dedicar a outras atividades. A única coisa que eu conseguia fazer depois do trabalho era sair para comer alguma coisa e mesmo assim muito rápido. Nada de ver TV, praticar uma atividade física ou até mesmo ler. Eu chegava tão cansada em casa que não tinha mais energia para nada. Só queria saber de tomar um banho e dormir. Apesar de ter um bom salário e estabilidade no meu antigo emprego, aquilo já não era o suficiente pra mim.

Com tudo isso…

Eu fui vendo a minha vida passar. E sempre ficava uma dúvida na minha cabeça, se eu deveria me conformar com aquele tipo de vida, afinal essa é a vida de gente grande. Ou se no final das contas eu deveria me “rebelar” daquela vida e ir atrás do que realmente importava para mim e me dava prazer. Era uma sensação de batalha interna mesmo, sabe? Um tanto quanto cansativa. Será que a minha insatisfação era só uma coisa de geração Y e eu tinha que aguentar ou será que a minha vontade de viver uma vida diferente tinha sentido?

Conforme essa inquietação foi aumentando…

Eu comecei a tentar achar saídas para dar conta dela. E para isso comecei a me perguntar, reparar e refletir sobre diversas coisas do meu dia a dia. Eu não gostava do meu trabalho e das minhas atividades, mas também não sabia do que gostava. Não era que eu tinha um sonho de ser chef de cozinha e acabei indo parar na área de gestão de pessoas. Eu simplesmente não tinha ideia do que eu queria fazer. Eu só sabia que onde estava não estava bom e que não queria continuar ali. Imaginou o desespero que me deu?

Resolvi que não adiantava surtar, mas sim entender o que eu estava buscando. O que estava me faltando. Depois de um tempo, eu descobri que o que mais me incomodava no meu emprego é que eu não via um propósito para aquilo. Qualquer pessoa poderia fazer o que eu fazia, eu não precisava da minha formação de psicóloga para desempenhar aquelas tarefas. Além disso, via que cada dia que passava o meu trabalho se tornava mais mecânico e com menos interações com pessoas. Isto é, tudo o que eu não queria.

Ana Mansur

O que eu percebi?

Eu percebi que faltava um propósito claro na minha atuação. Queria aproveitar mais a minha formação em Psicologia e ver de fato que estava contribuindo de forma efetiva e positiva na vida das pessoas. Eu queria ver na prática que o meu trabalho faria a diferença na vida de alguém, traria bons resultados, ajudaria aquela pessoa a chegar mais perto de seus objetivos de vida.

Foi então que eu voltei o meu olhar para mim mesma, para aquelas coisas que eu gostava de fazer, assuntos pelo quais me interessava, os meu valores, a vida que eu gostaria de criar, enfim. Foi através desse processo que eu percebi que duas coisas que foram tão renegadas por mim o tempo todo, o Coaching e a Psicologia Clínica. Percebi o quanto elas atendiam a tudo o que eu procurava.

Ao longo de toda essa jornada, eu descobri que queria ajudar mulheres a viverem a história que desejam contar. E queria usar a minha empatia e interesse por novos conhecimentos para atingir isso. Queria trazer acolhimento e um ambiente propício para que as mulheres pudessem se desenvolver e atingir os resultados que buscam. Eu queria ser aquela agente que daria uma força no processo, sabe? E aí você já imagina no que deu, né? Cá estou eu contando essa história para vocês.

O que mudou…

Claro que o caminho para eu deixar de ser uma profissional de RH para me tornar uma Psicóloga Clínica e Coach não foi fácil e ainda não é. Eu tive que mudar totalmente o foco da minha carreira. Eu não sabia muito bem como era a vida de um autônomo, as dificuldades que encontraria e como eu sairia da minha zona de conforto. Eu não tinha mais meu salário certinho no final do mês, não tinha um horário pré estipulado que eu deveria cumprir.

Eu virei a minha própria chefe e administradora de todo o meu trabalho. Além disso, eu tive que ir atrás do conhecimento teórico e prático tanto em Coaching como em Psicoterapia. Porque não eram assuntos que eu dominava ou que tinha me dedicado na faculdade. A minha sensação é que eu estava mais crua do que qualquer pessoa poderia imaginar. E vou te falar que demorou um tempinho para eu “cozinhar”.

Confesso que no início foi um pouco aterrorizante, eu não tinha ideia da burocracia envolvida nesse processo e nem de como eu faria para meu negócio ficar em pé. Eu só tinha a certeza de que era aquilo que eu queria fazer e que se eu não me arriscasse ia ficar infeliz para a vida toda. E o que eu posso te falar agora, já atuando nessa carreira, é que cada passo que eu dei valeu muito a pena! E agora eu sei que não devemos ouvir aquela voz que diz para a gente se acomodar. Devemos dar voz para aquela que manda a gente seguir em frente e lutar para viver a história que queremos contar.

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